A dúvida que não quer calar: Como desenvolver uma mentalidade de crescimento?

Há mais de 30 anos, um estudo da professora de psicologia Carol Dweck trouxe à tona os conceitos de mentalidade de crescimento e mentalidade fixa, ou growth mindset e fixed mindset.

Com objetivo de entender as diferentes tendências que os estudantes têm ao lidar com a falha, eles observaram a existência de dois “grupos”, de quem se recuperava facilmente e, outro, formado por quem ficava devastados pelos menores contratempos.

E o que eles descobriram é que há a diferença entre essas pessoas é que algumas, como do primeiro grupo, acreditam que suas qualidades podem mudar, com trabalho duro, boas estratégias e feedback, por exemplo, e outras acreditam que suas habilidades são dons natos, daí a frustração.

Segundo a especialista, os primeiros, que têm mais predominância da mentalidade de crescimento, costumam alcançar mais coisas. Isso porque, ao acreditarem que podem se desenvolver naquilo que se propõem, conseguem colocar mais energia no processo de aprendizado, tendo, assim, melhores resultados.

Desse modo, é notório que uma mentalidade de crescimento tem tudo a ver com aprendizado e você pode acelerar o processo seguindo algumas estratégias testadas que tiveram sua eficiência comprovada. Confira a seguir!

Aprendizagem Contínua

Uma mentalidade de crescimento é principalmente sobre evoluir e crescer. Como tal, em vez de buscar a aprovação de outras pessoas, você precisa se cercar de pessoas que possam ajudá-lo a melhorar. Isso significa que você não se sente obrigado a justificar tudo o que faz. Fazer isso significa apenas que você sacrifica seu potencial de crescimento. Em vez disso, priorize seu aprendizado em vez da aprovação, pois isso o ajudará a crescer e ter sucesso em seus empreendimentos. Ao mesmo tempo, tentar coisas novas o ajudará a ter idéias diferentes e a conscientizar-se daquilo em que você é bom.

Estar comprometido

Quando você une aprendizado contínuo com compromisso, se prepara para a excelência. Com uma mentalidade instável, as pessoas começam a tentar as coisas e depois esperam para ver o que acontece. Durante o processo, muitas pessoas se concentram apenas no fato de ainda não terem atingido seu objetivo e não conseguem parar de pensar em quanto mais precisam ir. Essa mentalidade limitadora pode sabotar seus esforços, tornando-o mais propenso a desistir. No entanto, quando você desenvolve uma mentalidade de crescimento, esse problema é eliminado. Quando você decide que está totalmente comprometido em atingir seus objetivos, independentemente de quaisquer contratempos, é mais provável que tenha sucesso.

Desenvolver a auto-estima saudável

Pode tornar-se muito difícil almejar ou obter sucesso sem auto-estima. Antes de poder esperar crescer ou melhorar, você precisa acreditar que é capaz de atingir seu objetivo. Como você não pode se prejudicar, torna-se importante que você pare de se preocupar com o que os outros pensam. Sua auto-estima é como você se vê, um reflexo de sua mentalidade. Ele é criado a partir de um diálogo interno consigo mesmo, onde você percebe e avalia seu valor, positivo ou negativo.

Trabalhe na sua perspectiva

Toda mentalidade tem a ver com perspectiva. Suas crenças, pensamentos e atitudes fundamentais afetam a maneira como você processa as informações e experimenta o mundo ao seu redor.Ter uma mentalidade de crescimento aumenta a probabilidade de formular uma perspectiva vencedora e alcançar sucesso a longo prazo. A perspectiva também é a força motriz por trás da motivação. A motivação determina se você pode atingir suas metas definidas a longo prazo. Serve como combustível para mantê-lo em movimento até chegar à linha de chegada. Sem motivação, você perderá a motivação ao enfrentar dificuldades. A melhor maneira de manter sua motivação ardente é lembrar o seu ‘POR QUÊ’ – Por que você começou? Por que isso é importante para você?

Estabeleça metas efetivas

Existem muitos fatores que afetam a mentalidade de crescimento de um indivíduo.Um deles é o estabelecimento de metas efetivas e significativas. Quando as metas são definidas realisticamente, torna-se mais provável alcançá-las. Atingir objetivos principais ou metas ainda menores em direção a um objetivo maior é um processo de aprendizado positivo para a mentalidade de crescimento.Uma mente resiliente o ajudará nos momentos difíceis e o ajudará a avançar para o próximo desafio.

Esteja aberto ao feedback

Uma mentalidade de crescimento sempre agradece o feedback, pois é outra chance de aprender. O feedback também oferece a oportunidade de melhorar seu desempenho. Isso ajuda a determinar quais áreas você precisa melhorar e onde está indo bem. E como o feedback é fornecido por outros, é muito importante interagir com as pessoas. Interagir ou criar redes pode envolver sair da sua zona de conforto para inspirar criatividade.

Confira: Startups de educação crescem 23% e vão crescer ainda mais após a pandemia

Mesclar tecnologia e educação para gerar novos negócios para empresas e consumidores. É com essa pegada que startups tem apostado em inovar na busca de atingir diferentes públicos, sejam estudantes, profissionais e outras companhias. Empreendedores acreditam que a falta de capacitação, somada à própria deficiência da educação no Brasil, permitem crescimento de iniciativas na área.

Diante das possibilidades que a tecnologia tem oferecido, principalmente no cenário de pandemia que estamos inseridos, as edTechs,startups que investem na área de ensino, são a prova de que a educação só tem a ganhar com essa nova potencialidade, que prioriza o aprendizado por meio de plataformas on-line. O Rio de Janeiro concentra 14 % das empresas desse mercado no país, de acordo com a Associação Brasileira de Startups.

Em meio à pandemia, em abril de 2020, o Centro de Inovação para a Educação Brasileira (Cieb) e a Associação Brasileira de Startups (ABStartups) divulgaram um estudo onde se observa crescimento de 23% no número de edtechs nos últimos dois anos.

No período, o número de startups na área educacional no Brasil pulou de 364 para 449. Aproximadamente 70% dessas edtechs oferecem soluções voltadas à educação básica – sendo 48,1% para o ensino fundamental e médio, e 22,4% para o ensino infantil.

O mapeamento identifica e classifica a edtech conforme os setores e as soluções que oferecem. Por isso, é possível que uma startup atue em mais de um segmento. Segundo o levantamento, quase 17% das 449 startups de educação atuam em cursos livres, 16% no ensino superior e 13,6% atua no ramo corporativo.

Segundo o Diário do Porto, a maioria das edTechs tem menos de uma década de atuação e potencializam o aprendizado com as últimas tendências da área. O objetivo é turbinar o estudo em escolas, cursos e universidades por meio de instrumentos e metodologias mais dinâmicas, criativas e atrativas.

O Descomplica é uma das empresas que exploram esse ecossistema. Criado por um carioca, em 2011, o site oferece vídeo-aulas para quem está se preparando para vestibulares e para o Enem, a preços bem mais acessíveis do que os cursinhos tradicionais.

No ano passado, a empresa deixou de ser somente uma plataforma e se tornou também uma faculdade digital. Em agosto de 2020, com nota máxima no Ministério de Educação, o Descomplica abriu 1.200 vagas para quatro cursos: pedagogia, administração, contabilidade e gestão de pessoas.

Além disso, em fevereiro deste ano, o Descomplica anunciou que recebeu o aporte milionário de U$$ 84,5 milhões, cerca de 450 milhões de reais, capitaneada pelo Invus Group, e pelo grupo japonês SoftBank.

Investir em educação é por si só, o melhor investimento a curto, médio e longo prazo para qualquer país. Sendo assim o segmento de educação também parte para sua própria transformação.

Cursos até então tradicionais, estão se tornando obsoletos. Novas profissões, novas certificações e métodos nascem freneticamente, e o melhor caminho para que isso se consolide é continuar investindo em negócios.

É um caminho longo à frente, mas, pelo visto, no fim do arco íris tem um pote de ouro, não apenas para a Descomplica, mas para as startups de educação do Brasil.

Inovação e sustentabilidade: descubra como conciliar os dois universo das startups

É notório para a grande maioria dos empreendedores e empreendedoras que as empresas que não aderem a mudanças tendem ao fracasso. O cenário globalizado do mercado atual, tem exigido que gestões sejam modificadas.

Com o avanço das informações instantâneas e a necessidade de soluções rápidas, as mudanças organizacionais forçam a empresa não somente a mudar sua forma de atuar, mas também a forma de investir.

O desenvolvimento sustentável é um excelente segmento para empresas, e propõe três pilares interdependentes e mutuamente sustentadores: desenvolvimento econômico, desenvolvimento social e proteção ambiental. Empresas que desenvolvem um planejamento estratégico baseado no desenvolvimento social e sustentável têm ganhado mais espaço e destaque no mercado.

Tudo isso porque os clientes mudaram. Atualmente, os consumidores possuem maiores preocupações com a proteção ambiental. Com isso, a atuação das empresas teve que ser alterada  para atender esse novo consumidor.

Dessa forma, a inovação sustentável tem ganhado espaço nas instituições e no mercado global, conquistando cada dia mais adeptos.

A inovação pode ser facilmente confundida com a criatividade. É claro que elas estão relacionadas, porém seus significados são diferentes e vamos explicar o por quê.

A criatividade tem a ver com a capacidade de criar alguma coisa. Já a inovação consiste na aplicação de uma novidade, que pode se apresentar das mais diversas formas sejam elas técnicas, científicas ou algo que nunca existiu.

É possível inovar de diferentes maneiras dentro de uma empresa. O importante é  saber que a inovação gera mudanças. E sendo assim, a ação de mudar só é possível após a consciência dos parceiros, colaboradores e da própria gerência.

Além disso, as inovações proporcionam uma mudança não só de mentalidade, mas também de métodos, processos organizacionais e até mesmo de ferramentas.

Nas empresas, as inovações se relacionam com novas práticas administrativas ou novos métodos organizacionais que facilitem o alcance de sua missão e visão. Como por exemplo, mudanças em suas práticas de negócios, na aplicação de ferramentas gerenciais, sistemas de informação ou até mesmo nas relações de trabalho interno ou externo da empresa.

Agora que já falamos sobre inovação, vamos para a sustentabilidade. A sustentabilidade envolve ações em relação ao meio ambiente e ao desenvolvimento da sociedade. Uma empresa sustentável se preocupa com o impacto que suas atividades têm na natureza e na sociedade em que está inserida.

Isso não significa que ela deve parar de gerar lucros, muito pelo contrário. A sustentabilidade também se refere à saúde financeira da instituição. Afinal, as empresas muitas vezes sustentam a economia da localidade a qual estão inseridas.

Assim, a sustentabilidade empresarial se refere ao posicionamento que as empresas devem ter frente a ética ambiental e social. Suas práticas devem favorecer seu crescimento econômico sem agredir o meio ambiente e colaborando com a qualidade de vida da sociedade.

Dessa forma, a inovação se une ao conceito de sustentabilidade de forma a buscar diferentes formas de atuação e modernização das práticas tradicionais de uma empresa. Assim, o foco da inovação vai além do retorno econômico e passa a mirar também nos ganhos ambientais e sociais.

De acordo com a Fundação Nacional da Qualidade, à medida que as empresas entenderem que a realização de ações sustentáveis proporcionam não só a perpetuação das empresas como também melhores resultados econômicos e financeiros, haverá um maior incentivo à promoção da sustentabilidade.

A Fundação ainda afirma que a mudança só acontecerá quando forem diminuídas as resistências e as empresas se conscientizarem da importância da mudança no ambiente econômico atual frente às ações sustentáveis.

Atualmente há uma série de abordagens para incentivar a inovação para a sustentabilidade dentro das organizações. O primeiro passo é que a considere como uma oportunidade e não uma ameaça.

Muitas companhias já começaram a perceber essas oportunidades e cada vez mais inserem os princípios de sustentabilidade. O resultado do Sustainability Leaders (Líderes da Sustentabilidade) 2020 trouxe a Unilever em primeiro lugar do ranking, onde esta se mantém desde o ano de 2011. Na lista também se colocam grandes empresas como a Tesla, Nestlé e Natura, que é a  protagonista na questão da sustentabilidade na América Latina.

As empresas podem começar com pequenas ações de sustentabilidade e crescerem conforme as possibilidades. Sua empresa recicla o lixo produzido? E usam materiais recicláveis? Já é um começo, não é?!

Existem diversas maneiras de iniciar uma inovação sustentável dentro das organizações. Atualmente, muitas empresas começaram a planejar sistemas de tratamento e  reaproveitamento de água, reutilização de matéria prima, economia de energia elétrica e até mesmo, incentivar projetos de educação ambiental.

É importante lembrar que a liderança deve estar presente e participar das ações. É ela o principal vetor da organização. Além disso, as ideias sustentáveis precisam se adequar aos princípios da empresa para que se facilite o entendimento e o desenvolvimento da mudança.

Agora que você já está por dentro de como conciliar inovação e sustentabilidade é só tirar essas dicas do papel e dar o primeiro passo!

Empreendedorismo e inovação: Mercado rentável das startups na mira dos jovens

No dia 13/04 foi comemorado o Dia do Jovem, uma data simbólica que passa despercebida por muitos, mas que merece atenção, afinal, os Jovens são o futuro do nosso país.

Atualmente temos mais de 15 milhões de jovens em busca de começar uma carreira no empreendedorismo. Além disso, apenas no ano de 2017, cresceu consideravelmente o número de empreendedores com idade entre 18 e 35 anos.

Seja pela falta de oportunidade na área escolhida ou na busca por seguir uma tendência que mostra apenas crescimento, os jovens estão desenvolvendo seus próprios negócios.

Aliado a esse cenário estagnado no mercado brasileiro estão as startups, que ofertam possibilidades diversas de atuação. Isso é alavancado pela nova cultura tecnológica em que esses mesmos jovens surgiram e estão familiarizados.

Portanto, podemos concluir que existe certa intimidade nessa relação. Muito mais do que se tornar o proprietário de um negócio próprio, é aliar o útil ao agradável e preencher um gargalo encontrado no mercado.

A startup é um negócio formado por uma equipe multidisciplinar que tem como objetivo desenvolver algo ou um produto inovador em seu campo, com base em conceitos tecnológicos.

Uma de suas principais características é possibilitar a escalabilidade de um negócio de forma orgânica, sustentável e replicável. Aqui já começa a se formar a imagem que os jovens possuem sobre esse modelo de negócio.

Graças aos dados levantados pela Associação Brasileira de Startups (ABStartups) podemos dimensionar com precisão esse cenário. Para você compreender esse universo, das empresas cadastradas nessa associação, cerca de 70% contam com um jovem empreendedor com idade entre 25 a 40 anos de idade a liderando.

Isso é um reflexo de que o mercado rentável das startups chama a atenção dos jovens, fazendo com que estes comecem a empreender ainda na universidade, antes de se formarem.

Especialistas apontam que o jovem universitário enxerga no mercado do empreendedorismo, uma oportunidade para finalmente “trabalhar com o que gosta”, aliando propósito, agilidade na rotina de trabalho, inovação aplicada e liberdade de criação.

Além disso, horários flexíveis e uma cultura organizacional feita à sua maneira impulsionam a vontade desses jovens de aliar empreendedorismo à futura carreira.

Sobre o desejo de empreender, segundo o relatório anual do Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizado no Brasil pelo Sebrae e pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), ele ocupa o quarto lugar na lista de desejos do braisileiro, atrás apenas de comprar um carro, viajar pelo Brasil e ter a casa própria.

Frente a isso, podemos dizer que foi-se o tempo em que o sonho do universitário brasileiro era trabalhar em uma multinacional, de terno ou salto alto e um horizonte definido de carreira.

Hoje, jovens começam a olhar para startups com outros olhos: 37% dos estudantes possuem interesse real de seguir carreira na área, seja abrindo ou trabalhando em uma empresa novata de tecnologia. Os números são de uma pesquisa realizada em 2019, encomendada pelo fundo de investimentos Canary, que tem entre seus apoiadores Mike Krieger, do Instagram, e David Vélez, do Nubank.

Feita pela startup Spry, a pesquisa ouviu 357 alunos de faculdades de ponta do País, como USP, Unicamp, PUC-RJ, Insper e FGV. O levantamento indicou que 21,3% dos entrevistados queriam montar uma startup, enquanto 23,2% desejavam trabalhar em uma empresa do tipo. Segundo a pesquisa, os estudantes veem no empreendedorismo chances de carreiras com desenvolvimento profissional, aliado a bons salários e maior qualidade de vida.

Dessa forma, é importante observar a gradual e massiva participação cada vez mais precoce de estudantes, recém-formados e profissionais que buscam se diferenciar, ter sucesso e seguir algo condizente com a relação recente entre o jovem e a tecnologia.

Para finalizarmos é essencial compreender que a realidade das startups e seus jovens empreendedores, assume um papel crucial na alavancagem e sucesso das empresas brasileiras!

UNICÓRNIOS BRASILEIROS: QUAL O CENÁRIO E ESTATÍSTICAS PARA 2021?

O ano de 2020 foi muito frutífero para as startups brasileiras. Além de ganharmos novos unicórnios, os investimentos no Brasil somaram mais de R$ 9 bilhões, a maioria dessa quantia vinda do exterior. Isso é o reflexo de um ecossistema em amadurecimento, com empreendedores já mais experientes e conteúdos relevantes à disposição para aqueles que querem estudar mais a fundo. A quantidade de startups também aumentou, e hoje temos cerca de 13.000 ativas, segundo informações da ACE startups.

Frente a isso, o ecossistema de inovação de startups continua bastante aquecido para este ano de 2021. No entanto, é preciso acompanhar de perto o rápido amadurecimento de outros mercados, pois certamente teremos boas perspectivas ao longo dos próximos meses, como os segmentos de varejo, marketing e logística.

Dentre os principais critérios utilizados pelo O Distrito, plataforma de inovação para startups, empresas e investidores que buscam o próximo passo de sua evolução, para definir as startups que são as apostas para se tornarem startups unicórnios em 2021, estão: a estimativa de valuantion orientado por dados, valor de rodadas de investimentos, presença de fundos que já formaram, número de funcionários, atuação internacional e experiência de founders.

Ainda segundo O Distrito, há uma diversidade considerável de setores entre os unicórnios brasileiros, o que denota a vitalidade do empreendedorismo de inovação do país, um quadro que tende a se expandir ainda mais dentro dos próximos anos, se confirmado o crescimento das aspirantes.

Dessa forma, entre as empresas que já são unicórnios, o valuation recente da Creditas fez com que o setor financeiro tomasse a liderança no número de startups unicórnios, com um terço do total. Esse pódio denota a força das fintechs brasileiras, que de uns anos para cá cresceram extraordinariamente e provocaram uma verdadeira reviravolta no panorama competitivo do mercado financeiro, obrigando bancos tradicionais a se reinventarem.

Se o setor financeiro está na frente nesse momento, chama à atenção o setor de varejo, onde atuam duas das mais recentes startups unicórnios do país, VTEX e MadeiraMadeira. O setor varejista é extremamente importante e tradicional na nossa economia e é sintomático que startups alcancem esse marco trazendo inovação para o mesmo.

Além disso, contabilizados todos os investimentos nas startups brasileiras que, hoje, possuem o valuation de unicórnio, temos uma cifra extraordinária que se aproxima a passos largos dos 5 bilhões de dólares – um valor que deve aumentar ainda mais, a medida que outras empresas se juntem ao rol dos unicórnios no decorrer dos próximos anos.

Dentre essas empresas, há um grande salto do Nubank com relação às demais. O funding total destinado ao banco digital supera por muito a soma do investimento em MadeiraMadeira, Wildlife Studios, Loft e Loggi, o que nos ajuda a compreender o porquê da fintech possuir valor de mercado tão superior.

Entretanto, se a Nubank é a mais investida, a maior rodada ainda é a de US$ 500 milhões do iFood em 2018, liderada pelo Grupo Movile e pelos fundos DEALS POR ANO Naspers e Innova Capital, enquanto que o ano com mais investimento foi 2019, quando os unicórnios receberam pouco mais US$ 1,7 bilhão divididos em 10 rodadas.

Sendo assim, de acordo com O Distrito, ao agruparmos os investimentos por setor, temos a maioria dos recursos alocados no setor financeiro, seguido por logística, varejo e imobiliário – todos eles setores importantes para a economia brasileira e carentes por inovação e avanços tecnológicos.

De qualquer forma, é um bom momento para acompanhar esses negócios e observar como eles atingirão um crescimento acelerado e escalarão suas operações, levando o ecossistema de inovação de startups brasileiras a um novo patamar.

Home Office: o novo jeito de se trabalhar na pandemia

A pandemia do coronavírus é indiscutivelmente um ponto de reflexão na forma como a sociedade enxerga as questões sanitárias, sociais e econômicas. Os impactos da crise sanitária e econômica ainda estão inaptos para a classificação de transitórios ou permanentes, isto é, não sabemos se as mudanças provocadas pela pandemia serão de fato o “novo normal”. Em relação ao mercado de trabalho, alguns economistas acreditam que a ampliação do uso do home office foi precocemente adiantada pelas medidas de distanciamento social, ao passo que outros enxergam uma provável volta do trabalho presencial após a vacinação em massa, cenário igual ao de pré-pandemia.

Com tudo isso, certamente o mercado de trabalho pós pandemia também não será o mesmo de antes, pois o atual cenário que estamos vivendo, afetou a forma tradicional de trabalho que conhecíamos. O trabalho remoto, conhecido como home office, cresceu repentinamente ganhando rápida adesão de empresas de diversos segmentos.

A maioria dos estados brasileiros está vivendo esse “novo normal”, mas como é esse novo modo de viver e trabalhar? Como conseguir manter a produtividade do meu negócio no formato home office? Como se adaptar às mudanças que estão vindo? Se você também tem dúvidas de como o home office  irá refletir no mercado pós-pandemia continue a leitura e confira uma breve entrevista que fizemos com um especialista do universo das startups, CEO da StartupWin Franchising, André Justino, sobre tal temática.

.Como você, sendo CEO de uma franquia de startups, enxerga o home office? O senhor acredita que seja uma metodologia que veio para ficar ou só está sendo tão utilizada por conta da pandemia da COVID-19?

“Acho que o Home Office já existia em escalas menores, para segmentos específicos, principalmente na área de tecnologia e agora ampliou incrivelmente e acredito que chegou para ficar. Isso abre possibilidades incríveis porque você pode contratar profissionais que trabalham em outros países, em outras regiões e não precisa ter um custo fixo muito alto. Então eu acredito que as empresas irão voltar a ter funcionários internos, obviamente, em escritórios, porque tem segmentos que não tem como trabalhar 100% em home office, mas acredito que pelo menos 50% dos funcionários que foram trabalhar em home office (durante a pandemia) irão continuar em home office.”

.O que o senhor recomenda para aqueles empreendedores que estão trabalhando no formato home office, porém estão com receio de que neste formato seus empreendimentos tenham uma queda de produtividade e crescimento?

“As empresas já têm se preparado para não deixar a produtividade cair, desenvolvendo tecnologias de acompanhamento da produtividade do funcionário, que verificam e comparam um profissional com o outro. Por exemplo, na área de telemarketing, quantos atendimentos fizeram, quantas vendas fizeram, ou quantos atendimentos ativos fizeram também, Dessa forma as empresas buscam continuamente desenvolver métodos porque é muito conveniente você ter uma equipe trabalhando home office, você amplifica e amplia a sua capacidade. Então você pode trabalhar com 300 funcionários, 400 funcionários, sem precisar mudar de prédio, você consegue dinamizar aí no momento que você precisa, a contratação de profissionais, você não se limita a sua cidade ou a sua pequena região. Então acho que esse é um problema que as pessoas têm que se preocupar, a pessoa tem que se preocupar em ser produtiva, porque de uma forma ou de outra as empresas conseguem detectar aí o profissional “embromation” do profissional produtivo.”

.Qual sua dica para se adaptar às mudanças que estão vindo no mercado pós-pandemia?

“Eu acho que a principal mudança pós pandemia é esse processo de mudança de mindset. As empresas já não pensam no seu universo local, as empresas já estão visualizando o universo regional, nacional ou mundial, de uma maneira geral, essa pandemia trouxe isso como benefício e isso é irreversível. O e-commerce cresceu muito, as mídias sociais cresceram muito, as empresas têm conseguido detectar nichos de mercado em outras regiões, então o mercado jamais vai voltar ao que era antes e as pessoas têm que estar muito preparadas em termos de tecnologia, estar abertas à inovação, estudar muito, se capacitar muito em termos de linguagem, em termos de acesso, e em termos de criatividade também, porque o mundo está se unificando cada vez mais.”

O Home office, segundo a Fundação Getúlio Vargas, deve crescer cerca de 30% no mercado pós-pandemia, evidenciando como o formato tem gerado adesão de diversos setores. Além da alternativa do trabalho home-office, muitas empresas tiveram que reorganizar seus espaços físicos com métodos de proteção rígidos com alternância de escalas de trabalho de seus colaboradores para evitar o contágio. Também foram impostos processos diários de higienização, fazendo com que todos tivessem que se adaptar às novas regras, principalmente para aquelas empresas com serviços industriais presenciais. Porém, não existe fórmula mágica ou receita para se habituar ao novo normal daqui pra frente. Os profissionais que estarão à frente nos processos de sua empresa precisarão ser flexíveis, ter boa comunicação, espírito colaborativo e capacidade sócio emocional para lidar com todos os desafios que virão.

Reforçando mais uma vez o que foi pontuado pelo entrevistado, CEO da StartupWin Franchising, André Justino, o mundo está se unificando cada vez mais, estando assim, em constante mudança e modernização dos formatos de trabalhos que antes julgávamos como padrão.

Como crescer a startup de forma sustentável?

Sem sombra de dúvidas o crescimento das startups é algo que sempre está na cabeça de seus CEOs e sócios. Entretanto, essa tão almejada expansão, algumas vezes pode não ser positiva, pois pode esconder riscos que vão se materializar mais a frente. Portanto, o primeiro passo quando se planeja expandir uma startup, é o de se pensar em como crescer de forma sustentável.

A sustentabilidade no crescimento, aplicada à administração, é o que garante que uma expansão seja positiva e ajude o empreendimento a se tornar um player cada vez mais forte e estabilizado no mercado. Desse modo, para crescer a startup de forma sustentável, é preciso aplicar a gestão empresarial sustentável, uma forma de gerenciar o negócio em prol do crescimento com visão para o longo prazo, organização e alinhamento entre diferentes aspectos. Ou seja, uma empresa que apenas está elevando a aquisição de clientes, por exemplo, não significa que está se expandindo sustentavelmente.

Nesse caso, o ganho de fatia de mercado precisa estar alinhado a uma estrutura de custos coerente, capacitação dos profissionais e a uma série de outras ações que ajudam em uma expansão organizada e sem pontos críticos, de risco, para o funcionamento geral e de cada setor. Em suma, a gestão sustentável trata da criação de um ambiente favorável ao desenvolvimento e ao crescimento sem que esses acontecimentos positivos gerem problemas no futuro.

Sendo assim, para a startup crescer de forma sustentável, é indispensável que o empreendimento tenha um excelente planejamento, que seja consultado com frequência, para que desse modo, seja possível conseguir identificar eventuais custos que estejam muito acima do previsto. A consulta ao planejamento revelará eventuais desperdícios e permitirá que o empreendedor faça os cortes necessários, usando seus recursos em outras demandas. Não se trata, portanto, de cortar investimentos, mas sim de otimizá-los.

Outro ponto que merece destaque na construção de um crescimento sustentável para startups, é o respeito e foco para com seu público. No momento de planejar a empresa, é provável que você tenha estabelecido um público-alvo que seu produto ou serviço gostaria de atender. Esse é o seu mercado! Muitas vezes, o dia a dia desloca a empresa para outros mercados aparentemente mais atrativos e rentáveis. Se a atenção especial aos novos clientes representar o abandono do público inicial, a resposta imediata desse público será esquecer a sua empresa. É claro que uma empresa  pode e deve mirar novos clientes, mas crescer de forma sustentável é crescer com foco em demandas específicas, e não tentar abraçar o mundo de forma não planejada, okay?.

E para finalizar, o ponto mais importante de todos: valorize sua equipe! Crescer de forma sustentável, é um trabalho coletivo, onde todos os integrantes da startup devem estar empenhados e com total dedicação e amor para aquilo que está sendo realizado. Diante disso, incentive a alta produtividade e estimule os talentos dos funcionários de seu negócio. Tenha em mente que diversas pesquisas apontam que empresas que conseguem motivar seus funcionários atingem melhores resultados. Então, faça da sua startup um ambiente agradável, capaz de atrair o interesse dos melhores profissionais do mercado. Seja a empresa, que aqueles que estão fora querem entrar e aqueles que  estão dentro querem ficar!

Investidor Anjo: O que é?

O termo “Investidor-Anjo”, originalmente Angel Investor ou Business Angel, surgiu nos Estados Unidos, no início do século 20, para designar os investidores que bancavam os custos de produção das peças da Broadway, assumindo os riscos e participando de seu retorno financeiro, assim como apoiando na sua execução. O conceito evoluiu para o investimento efetuado por pessoas físicas com capital próprio, normalmente profissionais ou empresários bem sucedidos, em empresas iniciantes com alto potencial de crescimento, as startups. Desse modo, o Investidor Anjo fornece não somente capital financeiro, mas também intelectual, apoiando o empreendedor com sua experiência e conhecimento.

O Investidor-Anjo recebe, por seu investimento, uma participação societária minoritária no negócio, e não assume posição executiva na empresa, mas atua como um conselheiro orientando os empreendedores e participando das decisões estratégicas da empresa, aumentando muito suas chances de sucesso, bem como acelerando seu desenvolvimento.

É importante destacar que o investimento anjo não é uma atividade filantrópica. O Investidor Anjo tem como objetivo aplicar em negócios com alto potencial de retorno, que consequentemente terão um grande impacto positivo para a sociedade através da geração de oportunidades de trabalho e de renda. Dessa forma, o termo “anjo” é utilizado pelo fato de não ser um investidor exclusivamente financeiro que fornece apenas o capital necessário, ou seja, o dinheiro para o negócio, mas por apoiar o empreendedor, aplicando seus conhecimentos, experiência e rede de relacionamento para orientá-lo e aumentar suas chances de sucesso.

Vale observar também que o investimento anjo em uma empresa é normalmente feito por um grupo de 2 a 5 investidores, tanto para diluição de riscos como para o compartilhamento da dedicação, sendo definidos 1 ou 2 como investidores-líderes para cada negócio, para agilizar o processo de investimento. Com isto, o processo de investimento é mais rápido e efetivo, pois efetivar todo o processo em grupo pode ser muito lento, uma vez que até marcar uma simples reunião pode ser um verdadeiro desafio ao conciliar as agendas de todos, sem contar que obter consenso pode levar meses.

Posto isso, uma notícia excelente para os empreendedores do Brasil, é a de que o mercado brasileiro é considerado um terreno fértil para startups e por isso é um atrativo para os investidores anjos brasileiros e principalmente estrangeiros. Há algum tempo atrás, os investimentos eram restritos a quantias menores, mas com o avanço tecnológico ficou mais fácil fazer aplicações mais expressivas, o que é muito bem visto pelos investidores que podem fazer aplicações em diversos empreendimentos, com grandes possibilidades de alto faturamento no futuro.

Todavia, conseguir um investidor anjo, seja do Brasil ou do exterior é uma tarefa repleta de desafios e para superá-los é de extrema importância ter um bom planejamento, comunicar-se bem e demonstrar claramente as características de seu negócio, como por exemplo, o ramo de atuação e as perspectivas de ganhos. Esses fatores chamam a atenção do possível investidor e mostram a ele que o projeto pode ser promissor e ter um bom retorno, o que é uma forte razão para arriscar e aplicar recursos na empresa. Sendo assim, é notório que possuir um investidor anjo é um grande diferencial para qualquer empreendedor conseguir trilhar uma carreira de sucesso, tendo a possibilidade de crescer mais rápido e se destacar no mercado competitivo. É um apoio fundamental para alçar voos mais altos e ter a tão sonhada estabilidade que todo empreendedor deseja.

MULHERES NO MERCADO: LIDERANÇA FEMININA IMPULSIONA CADA VEZ MAIS A PERFORMANCE DAS STARTUPS

A representatividade das mulheres no mercado de trabalho é um assunto de extrema relevância e que a cada ano ganha mais força e espaço. A luta do sexo feminino por direitos e oportunidades iguais, vêm de anos e evidencia a importância e a  necessidade de termos mais mulheres em espaços de poder, de destaque e de lideranças. No que se trata do cenário das startups, a representatividade feminina no comando dessas empresas tem avançado de forma significativa, mesmo que ainda devagar, com o passar dos anos.

De acordo com uma pesquisa realizada pela KPMG, em parceria com a Harvey Nash, o continente Latino-Americano possui 16% de representatividade de mulheres em posições seniores em tecnologia da informação. Apesar dessa porcentagem ainda ser pequena, ela é superior à média global de 11% de mulheres em posições seniores em tecnologia da informação. Além disso, um estudo feito pelo fundo de capital de risco First Round Capital apontou que as startups fundadas por mulheres apresentam performance 63% melhor do que as fundadas apenas por homens. Ainda neste sentido, segundo o Boston Consulting Group, a cada dólar que uma mulher fundadora ou cofundadora levanta, ela gera 2,5 vezes mais receita do que um fundador do gênero masculino. Adicionalmente, a pesquisa realizada pela McKinsey denominada Delivering Through Diversity mostra que empresas que possuem diversidade de gênero na direção possuem lucratividade 21% superior as que não possuem diversidade de gênero em suas direções.

No Brasil, de acordo com dados do Cubo Itaú, hub de inovação e plataforma de geração de negócios entre startups, as mulheres ocupam posições de liderança em 28% das startups da comunidade. O número está acima da média nacional, pois segundo a Associação Brasileira de Startups apenas 15,7% possuem mulheres à frente do negócio.

Desse modo, é notório que mudanças mais significativas ainda são necessárias para se consolidar um cenário de maior diversidade nas empresas, principalmente no ramo de tecnologia e na liderança de startups de tecnologia.  Mas por outro lado, sinais de avanço já podem ser observados e devem ser comemorados. O estudo da Crunchbase mostra que a porcentagem de startups com apenas fundadoras que captaram investimentos nos últimos 10 anos foi cerca de 3% do total de recursos no mercado, enquanto as startups que contam com fundadoras e fundadores captaram três vezes mais. A boa notícia é que o investimento em startups com ao menos uma cofundadora aumentou em oito vezes nos últimos dez anos, uma clara evidência de como as mulheres têm se saído bem no mercado das startups. Um excelente exemplo desse bom desempenho da liderança de mulheres pelas startups no Brasil, que estão crescendo e captando investimentos, está em uma das empresas consideradas como “unicórnios” brasileiros. O Nubank tem uma cofundadora, Cristina Junqueira, que possui graduação e mestrado em engenharia pela Escola Politécnica da USP. Em 2020, Cristina foi destaque na revista americana Fortune, como uma das líderes com menos de 40 anos que transformam o mercado em que atuam, em seu caso, o mercado de finanças. A conquista de Cristina, além de ter sido a primeira vez que uma executiva brasileira foi indicada pela Fortune na lista Under 40, desde sua primeira publicação em 2012, serve como mais um impulsionamento às mulheres, para defenderem suas ideias e ideais e entrarem para o mercado das Startups!

Franquias de Startups: Um novo segmento para o mercado de empreendedores

A vocação empreendedora do brasileiro nunca esteve tão em alta e, nos momentos de crise, torna-se ainda mais evidente. No ano de 2020, o Brasil atingiu o maior patamar de empreendedores iniciais dos últimos 20 anos, com aproximadamente 25% da população adulta envolvida na abertura de um novo negócio ou com um negócio de até 3,5 anos de atividade. É o que evidencia dados de uma pesquisa realizada pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM), que aponta o aumento do empreendedorismo inicial, principalmente em períodos de recessão, como os que ocorreram entre os anos de 2008-2009 e entre os anos de 2014-2016. Ainda de acordo com a Global Entrepreneurship Monitor (GEM), em um levantamento realizado em 2019, estima-se que existam 53,4 milhões de brasileiros à frente de alguma atividade empreendedora, envolvidos na criação de um novo empreendimento, consolidando um novo negócio, ou realizando esforços para manter um empreendimento já estabelecido.

Para muitos especialistas, empreender não se trata de uma profissão, mas sim de um estilo de vida. E assim como há várias maneiras de levar a vida, há também vários tipos de empreendedores. Trata-se de um perfil pessoal capaz de enxergar o mundo de maneira diferente e identificar oportunidades de atuação. Mas não basta a pessoa ter apenas grandes e mirabolantes ideias, é preciso que ela tenha características que a tornem um verdadeiro empreendedor. É de extrema importância ter iniciativa, proatividade, motivação, liderança, foco, determinação, criatividade, responsabilidade, capacidade de assumir riscos, visão de negócios e um bom networking. Ainda assim, há vários tipos de empreendedor e, dessa forma, para cada perfil de empreendedor existe um perfil de startup sob medida.

As startups, são um modelo de negócio repetível e escalável, sendo empresas que desenvolvem soluções para necessidades específicas do mercado, que se proliferam em velocidade exponencial nos mais diversos segmentos. Durante a pandemia do coronavírus no Brasil, as startups conseguiram crescer em plena recessão justamente por fazer o que esses negócios de base tecnológica sabem fazer melhor: solucionar problemas. No caso, as demandas criadas pela pandemia. De acordo com estudo da ACE, uma aceleradora de negócios de tecnologia de São Paulo, cerca de 15% das startups brasileiras aumentaram as vendas por causa da pandemia. Além disso, de acordo com a Associação Brasileira de Startups, a Abstartups, o Brasil teve no ano de  2020 um crescimento de 27% no número de startups, em relação a 2018, e 20 vezes mais do que em 2011, ano de fundação da Abstartups, que contabilizou apenas 600 negócios à época. Em 2019, o país teve startups alcançando, pelo segundo ano consecutivo, o tão almejado valor mercado de U$$ 1 bilhão, as chamadas startups unicórnio. E não são apenas esses dados que mostram o caminho promissor das startups em solo brasileiro, segundo um estudo realizado pela consultoria americana McKinsey & Company, entre novembro de 2019 e fevereiro de 2020, o Brasil se tornou um dos principais polos de inovação e um forte candidato para abrigar mais startups bilionárias nos próximos anos. Conforme mostra o estudo, as startups brasileiras estão se tornando bilionárias em um espaço de tempo menor, devido a uma diminuição no tempo que essas empresas levam para ter 1 milhão de clientes em seus negócios.

Ainda conforme mostra o relatório da McKinsey, houve um aumento considerável no valor e na quantidade de aportes em empresas de tecnologia no Brasil durante a última década. Até 2012, apenas 60 milhões de dólares haviam sido investidos em startups brasileiras por esses fundos de investimento. A cifra se multiplicou por 10 nos anos que se passaram até 2017. Em 2018 os investimentos de venture capital já representavam 1,5 bilhão de dólares ou 0,07% do PIB brasileiro. No ano seguinte, 2018, 2,4 bilhões de dólares e 0,12% do PIB.

Desse modo, com a escalada das startups, e as perspectivas otimistas para o setor, diversos tipos de perfis de empreendedores começaram a surgir no mercado, como por exemplo, o Empreendedor Social, o Empreendedor Inovador, o Empreendedor Tradicional, o Empreendedor Informal e o Empreendedor Franqueado. Para um melhor entendimento de cada perfil, é necessário detalhar um por um, de forma simples, clara e  objetiva.

O Empreendedor Social, é aquele engajado com a mudança social e causas humanitárias. Além disso, seu perfil é caracterizado pela disposição, resolução de problemas, proatividade e empatia.

Já o Empreendedor Inovador, é aquele que possui uma visão ampla e diversificada, que sempre enxerga uma oportunidade nas mais diversas situações, identificando de longe as novas necessidades que o mercado possui.

Também chamado de conservador, o Empreendedor Tradicional é o perfil ideal para quem quer abrir o próprio negócio, mas sem se expor a grandes riscos. As principais áreas de atuação são franquias de grandes empresas e negócios onde há demanda constante da população. Esse perfil de profissional gosta de ter os pés no chão, fazer a própria gestão de tempo, calcular os riscos com muita cautela e se apoiar em processos que já foram testados e comprovados por outros empreendedores.

Contrariamente ao perfil do Empreendedor Tradicional, temos o Empreendedor Informal, aquele que trabalha por conta própria, mas sem a aquisição de um CNPJ, o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica. O Empreendedor Informal é uma pessoa com o sonho de abrir seu próprio negócio, mas que não tem muita experiência no ramo. Um exemplo claro desse tipo de perfil empreendedor são os ambulantes.

E por último, temos o Empreendedor Franqueado, aquele que faz crescer um negócio do qual já existe um modelo pré-determinado (a franquia). Ou seja, ele adere a um plano de negócio que já contém marca e produto desenvolvidos. Para levantar esse negócio, o empreendedor franqueado aplica um dinheiro de investimento, escolhe o local para a franquia e trabalha com um planejamento, a fim de fazer o negócio lucrar.

O empreendedor franqueado, vem ganhando cada vez mais espaço, visto que as franquias, – negócio cujo modelo de operação é copiado e transferido para outro ponto comercial com autorização de quem detém os direitos e criou aquele modelo inicial -, são uma grande aposta do meio das startups, por possuir uma maior segurança jurídica e por ter 4 vezes mais chances de obter o tão desejado sucesso, segundo dados do SEBRAE. As franquias têm diversos benefícios para quem deseja começar a empreender, ter independência financeira e qualidade de vida, além de ser uma opção que oferece baixos riscos, por ser um modelo de negócio pronto e já testado. Ao investir em franquias, o franqueado vai usar a marca e poderá vender o produto ou serviço concedido pelo franqueador, que é o dono da empresa. A partir disso, o empreendedor vai desenvolver as atividades de uma nova filial. É importante que o franqueado mantenha os padrões e siga o plano de negócio da franquia para ter crescimento e resultados de sucesso.

Frente a isso, o futuro do mercado de franquias no Brasil vem se tornando a cada dia mais promissor e procurado por empreendedores. De acordo com dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), no ano de 2019, o setor obteve um crescimento de 6,9% no faturamento. O número é seis vezes maior que o aumento do PIB brasileiro no mesmo período, que foi de 1,1%.

A StartupWin Franchising é a primeira franquia de startups do mercado, tendo um modelo de franquias pioneiro com startups maduras e com excelente estabilidade presentes em seu portfólio. Partindo de um projeto inovador, adequado ao mundo tecnológico que vivemos, a StartupWin oferece aos seus franqueados a oportunidade de atuar no mercado de maior afinidade e com ganhos recorrentes, além de ser uma excelente opção de crescimento, podendo agregar outros mercados, o que possibilita múltiplas receitas. Em seus diferenciais e benefícios, a StartupWin traz investimento e custo operacional baixos, já que seu modelo de negócios não exige investimento em estrutura física (imóvel e produtos), possibilitando assim que o franqueado opere em home office e coworking.

Além disso, com a StartupWin Franchising é possível ter o ROI (retorno do investimento) no prazo de 3 a 6 meses, visto que a Receita recorrente propicia a curto prazo o retorno do investimento realizado. Ainda em seus benefícios, a StartupWin Franchising oferece um modelo de negócios multissegmentar, sendo possível que o franqueado atue em vários segmentos com uma única Franquia, podendo ser no ramo do varejo, saúde, energia renovável e outros.

O franqueado StartupWin, também pode atuar em todo o território nacional, não havendo assim, qualquer restrição de área como há no mercado tradicional de Franquias. Ademais, o franqueado StartupWin tem ganhos recorrentes e pontuais, visto que todas as startups presentes no portfólio da StartupWin Franchising oferecem ganhos pontuais e recorrentes, possibilitando escalar a receita, ou seja, acumulam os contratos mês a mês, gerando lucro operacional cada vez maior. A primeira franquia de startups do Brasil, ainda oferece um suporte de marketing, tendo à disposição do cliente franqueado, uma equipe de marketing de alto nível, oferecendo continuamente materiais e conteúdos ao franqueado.

No que se trata dos fluxos e processos de trabalho, a StartupWin Franchising os divide em quatro etapas. Na primeira etapa, o cliente escolhe um dos planos oferecidos pela rede de franquias de startups, que se determinam em: plano StartupWin Prime, modelo de franquia onde o franqueado pode escolher uma startup; plano Startupwin, modelo de franquia onde o franqueado pode escolher duas startups; e o plano Master Franquia, modelo de franquia disponível apenas para outros países.

Após escolher o melhor plano, o cliente monta sua carteira de startups para trabalhar, recebendo logo em seguida os treinamentos técnico, operacional e as melhores práticas em vendas. Depois de todas essas etapas, o cliente franqueado já está pronto para começar a vender e receber seus ganhos.

Como já levantado anteriormente, para cada perfil de empreendedor existe um perfil de startup sob medida. Desse modo, a StartupWin Franchising procura atender todos os tipos de empreendedores existentes no mercado atual, tendo disponíveis em seu portfólio, startups dos mais diversificados ramos e segmentos. A jornada empreendedora pode não ser tão simples quanto se imagina. Pensando nisso, a opção de investir em uma franquia de startups torna-se uma ótima opção de negócio. Seja um franqueado StartupWin, e conte com um modelo sólido e seguro de empreendimento. Conheça nosso portfólio de startups e encontre aquela ou aquelas que melhor se encaixam em seu perfil de empreendedor. 

A Flux é uma distribuidora de energia solar com um modelo de negócio repetível e escalável. Em busca de economia e sustentabilidade para seu negócio e sua residência e acreditando que o “Sol nasce para todos”, surge a Flux, para gerar a energia que você consome de forma limpa e sustentável, sem investimento, sem obras e sem fidelidade.

A Psicologia Viva, outra startup presente no portfólio da StartupWin Franchising, proporciona a oportunidade de as pessoas consultarem-se com psicólogos, (profissionais graduados e registrados no Conselho de Psicologia para o exercício profissional da Psicologia com cadastro específico para atendimento por meio de TICs) online por videoconferência.Todos os profissionais passam por um processo seguro de verificação e credenciamento na plataforma, além de aderirem a rigorosos códigos de ética e sigilo.

A Fui, possui um modelo pioneiro no que se trata de mobilidade urbana para empresas. Reduz os custos em vale transporte, proporciona mais segurança, maior conforto e tecnologia de alta performance. Em suas soluções corporativas, a FUI contempla agendamento massivo ou solicitações avulsas de viagens para transporte de passageiros e serviços de entregas. Além disso, o FUI Speed, um serviço de transporte diário de colaboradores através de veículos e um aplicativo de mobilidade urbana, substitui o vale transporte, atende em locais e horários onde não há transporte público, eliminando assim fretamentos, realiza viagens intermunicipais com motoristas e veículos pré-selecionados, e também possibilita corridas avulsas controladas por orçamento e centro de custo.

A Destock auxilia na segurança e redução de risco fiscal e custos com estoque. A Destock trabalha para gerar tranquilidade. Divergências entre estoque declarado e estoque real são evitadas, e a atuação da startup é tanto nos processos internos quanto diretamente nos SPEEDs.

A Byte Motion foi criada para reduzir os custos e aumentar a eficiência produtiva. Nascida e crescida na Gestão de Activos e na Gestão de Manutenção, a startup possui vasto conhecimento em descobrir onde estão as dificuldades na Organização e nos Processos, e onde ela pode ajudar.

A Info E, é uma startup que reduz o consumo de energia de seus clientes de forma eficiente e inteligente, realizando um monitoramento através de tecnologia de internet das coisas (IOT). Em seus benefícios, a Startup oferece a seus clientes: monitoramento, informações de desperdícios e auxílio na tomada de decisões, incluindo manutenções preventivas que visam eliminar desperdícios, gestão da energia consumida e rateio da fatura de energia.